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terça-feira, 9 de junho de 2015

Coreia do Sul confirma sétima morte por coronavírus Mers

Casos no país chegaram a 95; mais de 2 mil pessoas estão em quarentena.
Mais de 20 países foram afetados pelo vírus; não há vacina ou tratamento.

Do G1, em São PauloCrianças usam máscaras para evitar a Síndrome Respiratória Médio Oriente (MERS) em uma escola primária em Seul, na Coreia do Sul. O Ministério da Saúde do país confirmou oito novos casos da doença, elevando o número para 95  (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)Crianças usam máscaras para evitar a Síndrome Respiratória Médio Oriente (MERS) em uma escola primária em Seul, na Coreia do Sul (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)

O ministério da Saúde da Coreia do Sul confirmou nesta terça (9, horário local) a sétima morte causada pelo coronavírus Mers no país. Além disso, foram registrados oito novos casos na segunda-feira, elevando o total para 95.
Infográfico - Entenda a Mers (Foto: Infográfico/G1)
Apesar do aumento, o governo reforça que o número de contaminações em um único dia caiu para quase um terço do dia anterior, quando haviam sido anunciados 23 casos.

A epidemia de coronavírus Mers preocupa a Coreia do Sul, onde quase 2.300 pessoas estão em quarentena. Em todo o país, 1.900 escolas permanecem fechadas, especialmente em Seul e na província vizinha de Gyeonggi.
Até o momento, os contágios se limitam aos hospitais, entre pacientes, famílias e funcionários do setor de saúde.
O primeiro caso, detectado em 20 de maio, foi o de um homem de 68 anos, diagnosticado com o vírus depois de retornar de uma viagem ao Oriente Médio.
Mais de 20 países foram afetados pelo vírus, contra o qual não existe vacina ou tratamento.
Segundo o balanço mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado na quinta-feira, 442 pessoas morreram, em sua maioria na Arábia Saudita, entre os 1.179 casos de contágio registrados em todo o mundo.
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domingo, 7 de junho de 2015

Na Rota do Cangaço, turistas fazem o trajeto da volante que matou Lampião

Passeio tem navegação de catamarã pelo rio e trilha pela caatinga.
Roteiro expõe aos visitantes belezas naturais e históricas do Nordeste.

Waldson Costa Do G1 AL - O jornalista viajou a convite da Secretaria de Estado do Turismo
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Guia conduz grupo de turistas por trilha na caatinga até a Grota de Angico, local onde o bando de Lampião foi emboscado (Foto: Waldson Costa/G1)Guia conduz grupo de turistas por trilha na caatinga até a Grota de Angico, local onde o bando de Lampião foi emboscado (Foto: Waldson Costa/G1)
Na Rota do Cangaço, em Alagoas, a história do bando de Lampião e Maria Bonita é contado por guias vestidos de cangaceiros, que conduzem os visitantes até a Grota de Angico, local que foi ponto do massacre que deu fim ao mais famoso clã de cangaceiros do país.
A reportagem do G1 apresenta um roteiro turístico que começa em Piranhas, cidade histórica de Alagoas tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Segue pela Rota do Cangaço, percorrendo a trilha que a volante militar fez em busca do bando de Lampião e Maria Bonita, até a Grota do Angico, onde parte do grupo foi morto, para depois desvendar parte das belezas dos Cânions do São Francisco e um pouco da arte e dos sabores do Sertão.
O ponto de partida para esta aventura é o cais de Piranhas. Lá, o visitante embarca em um dos catamarãs que seguem em navegação pelas águas do Rio São Francisco até o município de Poço Redondo, em Sergipe. O percurso é feito ao som do típico forró nordestino e das histórias e 'causos' do cangaço relatados pelos guias.
A navegação pelo rio dura em média 30 minutos, tempo suficiente para o visitante contemplar a exuberância do ‘Velho Chico’ e todo o cenário proporcionado pelos morros de paredões rochosos cobertos pela vegetação da caatinga. Entre um trecho e outro, o cotidiano dos ribeirinhos é revelado entre o vai e vem das pequenas embarcações que circulam com famílias ou pescadores que tiram o sustento do rio.
Vestido com roupas do cangaço, Francisco Rodrigues, recebe grupo em receptivo localizado na praia da Forquilha  (Foto: Waldson Costa/G1)Vestido com roupas do cangaço, Francisco Rodrigues, recebe grupo em receptivo localizado na praia da Forquilha (Foto: Waldson Costa/G1)
Duas empresas de turismo receptivo oferecem o passeio em Piranhas. Uma delas é operada pelos familiares de Pedro Durval de Cândido, homem que dava suporte a Lampião na época do cangaço, mas que entregou o clã para a volante alagoana após ser torturado. Historiadores contam que os policiais desconfiaram da grande quantidade de mantimentos comprados em uma mercearia daquele município por Pedro Cândido. Ele foi capturado e forçado a dizer o local onde o bando se escondia.
O percurso até a trilha de Angico é feito ao som do típico forró nordestino e com relatos das histórias e 'causos' do cangaço contados pelos guias.
Após atracar o catamarã na praia da Forquilha, o visitante chega a um local com estrutura rústica, porém agradável, com restaurante e lojinha, que contextualiza o cenário da caatinga. Deste ponto até a Grota de Angico são aproximadamente 700 metros por uma trilha estreita com vegetação bem preservada.

No trajeto, há pontos para descanso e muitos relatos sobre o que ocorreu no dia 27 de julho de 1938, data em que 13 cangaceiros do bando foram emboscados, mortos e decapitados. “Esta trilha que é feita hoje pelos turistas é exatamente a mesma que a volante fez na época para chegar até o bando de Lampião. Mantivemos a originalidade em cada passo do percurso para recontar a história”, diz Francisco Rodrigues, que é sobrinho-neto de Pedro Cândido.

Após a trilha, o visitante permanece no restaurante Angicos onde pode desfrutar do banho no Rio São Francisco e das iguarias bem peculiares do Sertão, como a farofa cangaceira, geleia de xique-xique (cactos), doce de coroa do frade e da bala de doce de leite, conhecida como a ‘bala que matou Lampião’.
Com proposta similar, o Cangaço Eco Parque, que também possui estrutura às margens do São Francisco, tem restaurante, tendas para relaxamento, ampla área livre para apresentações culturais e banho de rio, além do passeio de catamarã e da trilha até a Grota do Angico, em um trajeto mais longo, de aproximadamente 1,5 km, expande o roteiro com uma parada no povoado de Entremontes, distrito de Piranhas.
O sucesso de Entremontes, além do charme dos casarios históricos, se dá por conta da habilidade das mulheres que transformam linhas em bordados de redendê e ponto-cruz. Arte e tradição que chamaram a atenção de estilistas nacionais e internacionais, e que compôs até mesmo o enxoval do Papa Francisco, quando ele esteve no Brasil.
Custos
As duas empresas que operam o passeio, que oferece acessibilidade para crianças, jovens, adultos e até idosos, cobram valor tabelado de R$ 50 por pessoa. No restaurante Angico, o valor inclui a navegação pelo rio, ficando como opcional a trilha, onde é cobrada uma taxa de R$ 5 que é destinada ao guia. No local, que oferece almoço, também opcional, o tempo de permanência é de aproximadamente 3 horas.
Já no restaurante Eco Park, o passeio de barco é estendido até o povoado de Entremontes, com parada de 20 minutos para visitação e compra de artesanato. No receptivo, o almoço também é opcional. Já a trilha até a Grota do Angico, com percurso maior e que não é considerado o trajeto oficial dos livros de história, é gratuita. O tempo de permanência também é de aproximadamente 3 horas.
Grupo segue por trilha na vegetação de caatinga até a Grota de Angico (Foto: Waldson Costa/G1)Grupo segue por trilha na vegetação de caatinga até a Grota do Angico (Foto: Waldson Costa/G1)
Na Grota de Angico grupo ouve explicação de guia sobre as emboscada feita contra o bando de Lampião (Foto: Waldson Costa/G1)Na Grota de Angico, grupo ouve explicação de guia sobre as emboscadas feitas contra o bando de Lampião (Foto: Waldson Costa/G1)
Grota de Angico, local onde o grupo de Lampião foi emboscado, é marcado por uma cruz (Foto: Waldson Costa/G1)Grota de Angico, local onde o grupo de Lampião foi emboscado, é marcado por uma cruz e placa com o nome dos cangaceiros mortos (Foto: Waldson Costa/G1)
Prainha no São Francisco é um dos atrativos dos receptivos para quem deseja relaxar após a trilha  (Foto: Waldson Costa/G1)Prainha no São Francisco é um dos atrativos do Cangaço Eco Park para quem deseja relaxar após a trilha (Foto: Waldson Costa/G1)
Cais do povoado de Entremontes possui uma bela vista para o rio São Francisco (Foto: Waldson Costa/G1)Cais do povoado de Entremontes possui uma bela vista para o rio São Francisco (Foto: Waldson Costa/G1)
Capela é um dos atrativos no trajeto pelo rio até o povoado de Entremontes (Foto: Waldson Costa/G1)Capela é um dos atrativos no trajeto pelo rio até o povoado de Entremontes (Foto: Waldson Costa/G1)

ESCOLA CAMPEÃ DO ENEM EM 2012 JÁ CONQUISTOU MAIS DE 100 MEDALHAS E PRÊMIOS

Escola pobre do Piauí tem 153 medalhas de matemática. Quer saber como?A escola foi considerada a instituição estadual com a maior média no Enem 2012 do Piauí

  • A escola foi considerada a instituição estadual com a maior média no Enem 2012 do Piauí
À primeira vista, parece que uma coisa não combina com a outra. Cocal dos Alves, cidade do interior do Piauí, está entre as 30 cidades com o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do país. De 0 a 1, o município tem índice 0,498, na posição 5.535, entre 5.565 cidades.
Ao mesmo tempo, Cocal dos Alves possui uma das mais premiadas escolas públicas do país, campeã em diversas olimpíadas do conhecimento e com inúmeras aprovações em vestibulares de universidades públicas do Piauí. A escola de ensino médio Augustinho Brandão foi considerada a instituição estadual com a maior média no Enem 2012 em todo o Estado -- o resultado do Enem 2013 por escola ainda não foi divulgado.
Como pode uma escola pública ter tantos casos de sucesso em olimpíadas e vestibulares em um local tão carente e desprovido de ajuda? Assim como tudo nesta história, a resposta é ao mesmo tempo simples e um tanto complexa. No caso da escola Augustinho Brandão bastou juntar um grupo de professores cheios de vontade de mudar uma cruel realidade social.
"São 12 anos de estrada. Em 2003, éramos um grupo de jovens professores que simplesmente começou a trabalhar de maneira séria", explica a atual diretora da escola, Aurilene Vieira Brito.
Ao mesmo tempo que implantaram um trabalho intenso em sala de aula, eles foram atrás de qualificação e conhecimento para ensinar – e posteriormente cobrar – os alunos. Tudo isso, enquanto se viravam para lecionar em uma escola sem estrutura.
Em pouco tempo, os professores começaram a notar a diferença. É verdade que, com um ensino mais puxado, as cobranças também se intensificaram. No começo, alguns alunos chegaram até a cogitar desistir da escola, por causa da dificuldade. Mas, algo os motivou a continuar.
Dois anos depois da mudança de mentalidade e de metodologia, um dos professores decidiu inscrever alguns alunos da escola em uma competição de matemática, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).
"Nossos alunos arrebentaram. A Obmep serviu como avaliação do nosso trabalho. Um termômetro que nos mostrou que estávamos no caminho certo", afirma Aurilene.
O professor responsável pela aventura que acabou se tornando um dos maiores casos de sucesso de uma escola no país se chama Antonio Amaral. Quando conversou com a reportagem do UOL, ele estava no Rio de Janeiro, gravando um vídeo de resoluções da última prova da Obmep, a convite da organização da olimpíada.

Divulgação
A escola Augustinho Brandão, no Piauí, já conquistou várias medalhas em olimpíadas
"Todos os anos, conseguimos premiar quase todos os alunos que participam da Obmep. Mais do que menções honrosas e medalhas de bronze, que mostram que estamos entre as melhores escolas do Piauí, já conquistamos também várias medalhas de prata e ouro, o que prova que nossos estudantes conseguem competir com outros de escolas de todo o país", disse Amaral.
Após o sucesso na OBMEP, com 153 premiações até o momento, a escola começou a inscrever seus estudantes em outras olimpíadas, e já obteve êxito em competições de química, física, robótica, entre outras.
Segundo Aurilene, toda esta dedicação dos professores e alunos é pouco recompensada pelo Estado. A preparação para as olimpíadas é feita "na raça", depois do horário de aula, por professores que não recebem nem um centavo a mais para isso.
"Nós preparamos aulas extras nos finais de semana que antecedem as olimpíadas para treinar os alunos. Até o lanche que servimos sai do nosso bolso. Se tem resultado, é porque damos a cara a tapa. De cima para baixo, nada acontece", desabafou.

Vestibular

Apesar do ótimo desempenho na Obmep, o maior motivo de orgulho da escola é o bom resultado em vestibulares.
Os vestibulandos da Augustinho Brandão têm entre 70 e 80% de aprovação. Em 2010, segundo a diretora, todos os alunos que prestaram vestibular passaram. Até hoje, três estudantes foram aprovados no curso de medicina. O sucesso é tanto que, em Teresina, capital do Estado, existe uma república de estudantes formada somente de ex-alunos do colégio de Cocal dos Alves.
São esses estudantes que saem para estudar na capital que incentivam quem está entrando agora a se dedicar no ensino médio. São eles, também, que estão começando a mudar o panorama de pobreza do município.
"O psicólogo e o fisioterapeuta da cidade são ex-alunos nossos. Esses profissionais viram exemplos para quem está agora na escola. Mesmo quem ainda não se formou, mas está em um curso de ponta, já é visto como alguém que mudou de vida na cidade. Alguém que ascendeu socialmente", contou o professor Amaral.
Antigamente, o grande objetivo dos estudantes de Cocal dos Alves era se formar no ensino médio para tentar a vida no Rio de Janeiro. Agora, os jovens almejam ir para a capital do Estado se formar para, depois, retornarem à cidade natal em busca de melhorar a vida da população, contam os professores.
"Um de nossos orgulhos é um estudante que está no oitavo semestre de engenharia civil na UFPI [Universidade Federal do Piauí], em Teresina. Ele era um aluno bom, dedicado, mas extremamente carente. Só recentemente, sua casa recebeu luz elétrica graças a um programa do governo federal", disse Amaral.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

MT 07 - A NOVA MÁQUINA DA YAMAHA

A fascinante Yamaha MT-09

A Tracer é uma moto divertida, com elevado conforto e funcionalidade; confira análise

A Yamaha, desde o fim da década de 1990 vem utilizando uma fórmula para a disponibilidade de seus novos modelos, que com­­­­provadamente mostrou resultados efi­­­­ci­­en­­tes. As XJ e as Fazer (de 600 ou 1 000 cm³) sempre foram oferecidas em diferentes versões, onde apenas ter ou não carenagem, eram seus principais diferenciais. Obviamente que, além do diferencial estético a ideia era oferecer opções de escolha mais confortáveis para quem pretendia encarar uma longa viagem, com mais esportividade para quem queria enfrentar um track-day ou com simplicidade para serem utilizadas no dia a dia.
Yamaha MT-09 Tracer
Portanto, não foi uma surpresa quando a marca revelou no Salão de Milão de 2014 a MT-09 Tracer, versão crossover da naked MT-09, que já é uma moto surpreendente. Equipada com um motor tricilíndrico de 847 cm³, com 106 cv e 189 kg verificados, podemos afirmar que a MT-09 foi o começo de uma nova era para a Yamaha a nível mundial. Desde quando apareceram as primeiras fotos, no inverno de 2012, que já especulávamos sobre a aparição de uma versão derivada dela. A Yamaha demorou um pouco mais do que o habitual para confirmar, mas a espera valeu a pena, afinal de contas a Tracer tem muito mais do que apenas uma semicarenagem.
Além da maior proteção aerodinâmica, ela também ganhou importantes modificações, convertendo-se em uma moto estradeira sem perder o caráter da MT-09. A semicarenagem conta com uma bolha de medidas bem generosas e também permite ser regulada manualmente em três alturas que variam 15 mm cada uma delas. No pacote ainda temos protetores de mãos e tampas laterais que desviam o ar frontal das pernas. O grupo óptico dianteiro conta com dois faróis com iluminação totalmente por LED.  
A frente da MT-09 Tracer não deriva da irmã naked, e dispõe de iluminação do farol em LED
Na traseira, o subchassi foi reforçado e está ligeiramente mais largo, onde foi instalado um assento repartido claramente mais amplo que o da versão naked. Isso permitiu que o assento do piloto pudesse ser regulado em altura. Varia entre 845 mm ou 865 mm de distância do solo. O guidão também é mais largo e está instalado sobre prolongadores. Assim, a Tracer oferece uma posição de pilotagem muito mais ereta e espaçosa que a da naked MT-09. Na traseira se destacam grandes alças de apoio para o garupa e os encaixes para as malas laterais. Outro diferencial na traseira é que a balança sofreu alterações no desenho interno, para dar espaço às novas bieletas do amortecedor. A Tracer vem com ABS de série, não há opção sem o sistema, porém, diferentemente da naked MT-09, ela conta com controle de tração que pode ser facilmente desabilitado. Os três mapas do motor selecionáveis (STD, A e B) permanecem disponíveis na MT-09 crossover. O tanque de combustível conta com quatro litros a mais de capacidade, há cavalete central, e o painel é muito parecido com o da Yamaha XT1200Z Super Ténéré.
A Yamaha conseguiu, com a MT-09 Tracer, unir conforto e esportividade com perfeição
Analisando todas essas modificações em relação à MT-09, percebemos que a Yamaha buscou transformar uma naked em uma verdadeira moto estradeira. E ainda há uma extensa lista de acessórios opcionais. Com este novo tanque e estas mudanças aplicadas, ela engordou 20 kg. Ao menos na Espanha, a Tracer custa 1 200 euros a mais que a MT-09 naked.
Pondo em prática
Fomos até a região de Málaga, na Espanha, para acelerar a novidade. De imediato percebemos que ela está mais alta e mais volumosa. Carenagem, bolha, guidão mais largo, tanque maior, tudo nos leva a crer, assim que subimos nela, que se trata de uma moto completamente diferente da MT-09. Na verdade, a parte frontal segue a tendência do mercado e aparenta ser bastante conhecida, recordando outros modelos. O assento do garupa mais alto e as novas alças de apoio dificultaram um pouco para passar a perna por cima no momento de subir na moto, todavia para os mais baixinhos, há a opção de utilizar o cavalete central que é item original. Depois de ligá-la notamos pouco ruído interno e nada de vibrações. A Yamaha declara ter trabalhado um pouco a entrega de potência e, ao menos no modo "STD", sentimos um pouco menos de ímpeto e, deste modo, não sentimos tanta diferença quando passamos para o modo "B", que é o mais suave. No modo "A" a “pegada” permanece forte, sendo muito aconselhável deixarmos sempre o controle de tração ativado. No dia frio que enfrentamos na ocasião da avaliação, não era difícil escorregar de traseira nas saídas de curvas.

O painel da MT-09 Tracer não deriva da "irmã" naked, e sim, da "prima" Super Ténéré
Aliás, é um controle de tração que funciona muito bem, sem afetar demais a entrega de potência na roda. O tricilíndrico de 847 cm³ não deixa a desejar em nenhum momento, tem excelente resposta em baixa, muita força em médias rotações e nos permite ir com muito vigor até os 11 000 rpm. Não podemos deixar de considerar que é um motor superatualizado, que está equipado com virabrequim crossplane, acelerador tipo ride-by-wire e dutos de admissão que variam seu comprimento dependendo das informações enviadas por diversos sensores espalhados na moto. Tudo isso foi herdado das principais superesportivas da marca e por isso tem esse comportamento impetuoso, mas perfeitamente controlável independentemente da faixa de rotação. Quanto à caixa de câmbio, percebemos um pouco mais de suavidade nos engates de marchas, apesar de a Yamaha não declarar mudanças internas e ou relação de engrenagens.
Mais estável
Apesar de ter ganhado alguns quilinhos, a Tracer mostra-se melhor apoiada, especialmente com a parte dianteira. A nova calibragem da suspensão e o maior peso que a semicarenagem oferece deixaram o conjunto mais “pregado” ao solo, todavia, não é difícil perceber que a suspensão traseira com links maiores deu um grande passo adiante em relação à versão naked. Porém, não seria demais – pela moto excepcional que é – se as bengalas dianteiras contassem com mais recursos de regulagens. Em inversões rápidas de curvas, com as regulagens originais e sem bagagem extra, é notável como a Tracer é mais equilibrada que a MT-09 naked, mas ainda falta um pouco de confiança quando queremos realmente ir rápido. Resumindo, é uma Yamaha ágil, rápida de reações e que não exige esforço do piloto para colocá-la onde desejamos. A MT-09 Tracer provou que conforto e caráter esportivo podem conviver perfeitamente juntos em um mesmo modelo.
O guidão largo e alto oferece uma posição de pilotagem confortável e boa sensação de controle da moto
Bons equipamentos
A Tracer traz em seu pacote uma relação qualidade/preço/equipamentos muito difícil de ser encontrada em outro modelo. Além de um motor delicioso com três cilindros em linha e três mapas diferentes de injeção, também conta com um chassi de dupla trave de alumínio e uma balança de braços assimétricos também de alumínio. Na frente, as bengalas invertidas são vistosas e incorporam encaixes radiais para as pinças monobloco que têm a missão de morder discos de 298 mm.  As rodas são de 17 polegadas, equipadas com pneus de 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. O painel é completamente digital e do lado esquerdo conta com tomada 12 Volts. Toda a iluminação, tanto traseira quanto dianteira, é formada por LEDs. O assento é repartido, com opção de regulagem de altura para o piloto. Impossível não notar as grandes alças de apoio para o acompanhante e a disponibilidade de encaixes para as malas laterais. Não podemos deixar de citar o novo sistema de links que oferece mais progressivi­dade à supensão traseira.
A Tracer é uma moto completa e atrativa. Poucos modelos oferecem tantos recursos com um bom custo-benefício
Resumidamente 
A Yamaha conseguiu, com a Tracer, provar que é possível fabricar um modelo destinado a grandes viagens que seja leve e acessível. Ao menos na Europa, onde ela custa 9 799 euros, não há nada nesse padrão, tão completa, ágil e divertida por este preço. Pela proposta de utilização, pesar 210 kg com o tanque cheio é surpreendentemente agradável. A relação peso-potência também se enquadra no quesito surpresa agradável e é muito mais do que interessante poder atingir velocidade máxima de 220 km/h e gastar somente 22 segundos para levá-la desde 0 a 1 000 metros. Pelo menos nesse nosso primeiro contato, ela nos provou ser confortável, leve, ágil e divertida. No Brasil o preço da naked não é tão acessível como na Europa, e a Yamaha ainda não divulgou se esta versão virá. No entanto, está comprovado que se ela viesse, seria uma pedra e tanto no sapato da concorrência. Quem sabe, isso não ocorra no Salão Duas Rodas, em outubro? Vamos aguardar.
Ficha Técnica
Motor tricilíndrico, arrefecido a líquido
DOHC  I  12 válvulas  I  câmbio de 6 velocidades
Cilindrada: 847 cm³
Potência máxima declarada: 115 cv a 10 000 rpm
Torque máximo declarado: 8,9 kgf.m a 8 500 rpm
Diâmetro x curso do pistão    78 mm x 59,1 mm
Taxa de compressão: 11,5:1
Quadro: Dupla trave de alumínio
Cáster: 24°
Trail: 100 mm
Suspensão dianteira: Telescópica invertida de 41 mm, com 137 mm de curso e regulagem de pré-carga
Suspensão traseira: Monoamortecedor com 130 mm de curso e regulagens de pré-carga e extensão
Freio dianteiro: Dois discos de 298 mm, pinças de 4 pistões, ABS
Freio traseiro: Disco de 245 mm, 2 pistões, ABS
Modelo do pneu: Michelin Pilot Street
Pneu dianteiro: 120/70 - 17". 3,5"
Pneu  traseiro: 180/55 - 17". 5,5"
Medidas
Comprimento • 2 160 mm    Largura • 949 mm
Altura do assento • 845/860 mm    Entre-eixo • 1 440 mm
Tanque • 18 litros    Peso cheio • 210 kg



MT 07 - A NOVA MÁQUINA DA YAMAHA

A fascinante Yamaha MT-09

A Tracer é uma moto divertida, com elevado conforto e funcionalidade; confira análise

A Yamaha, desde o fim da década de 1990 vem utilizando uma fórmula para a disponibilidade de seus novos modelos, que com­­­­provadamente mostrou resultados efi­­­­ci­­en­­tes. As XJ e as Fazer (de 600 ou 1 000 cm³) sempre foram oferecidas em diferentes versões, onde apenas ter ou não carenagem, eram seus principais diferenciais. Obviamente que, além do diferencial estético a ideia era oferecer opções de escolha mais confortáveis para quem pretendia encarar uma longa viagem, com mais esportividade para quem queria enfrentar um track-day ou com simplicidade para serem utilizadas no dia a dia.
Yamaha MT-09 Tracer
Portanto, não foi uma surpresa quando a marca revelou no Salão de Milão de 2014 a MT-09 Tracer, versão crossover da naked MT-09, que já é uma moto surpreendente. Equipada com um motor tricilíndrico de 847 cm³, com 106 cv e 189 kg verificados, podemos afirmar que a MT-09 foi o começo de uma nova era para a Yamaha a nível mundial. Desde quando apareceram as primeiras fotos, no inverno de 2012, que já especulávamos sobre a aparição de uma versão derivada dela. A Yamaha demorou um pouco mais do que o habitual para confirmar, mas a espera valeu a pena, afinal de contas a Tracer tem muito mais do que apenas uma semicarenagem.
Além da maior proteção aerodinâmica, ela também ganhou importantes modificações, convertendo-se em uma moto estradeira sem perder o caráter da MT-09. A semicarenagem conta com uma bolha de medidas bem generosas e também permite ser regulada manualmente em três alturas que variam 15 mm cada uma delas. No pacote ainda temos protetores de mãos e tampas laterais que desviam o ar frontal das pernas. O grupo óptico dianteiro conta com dois faróis com iluminação totalmente por LED.  
A frente da MT-09 Tracer não deriva da irmã naked, e dispõe de iluminação do farol em LED
Na traseira, o subchassi foi reforçado e está ligeiramente mais largo, onde foi instalado um assento repartido claramente mais amplo que o da versão naked. Isso permitiu que o assento do piloto pudesse ser regulado em altura. Varia entre 845 mm ou 865 mm de distância do solo. O guidão também é mais largo e está instalado sobre prolongadores. Assim, a Tracer oferece uma posição de pilotagem muito mais ereta e espaçosa que a da naked MT-09. Na traseira se destacam grandes alças de apoio para o garupa e os encaixes para as malas laterais. Outro diferencial na traseira é que a balança sofreu alterações no desenho interno, para dar espaço às novas bieletas do amortecedor. A Tracer vem com ABS de série, não há opção sem o sistema, porém, diferentemente da naked MT-09, ela conta com controle de tração que pode ser facilmente desabilitado. Os três mapas do motor selecionáveis (STD, A e B) permanecem disponíveis na MT-09 crossover. O tanque de combustível conta com quatro litros a mais de capacidade, há cavalete central, e o painel é muito parecido com o da Yamaha XT1200Z Super Ténéré.
A Yamaha conseguiu, com a MT-09 Tracer, unir conforto e esportividade com perfeição
Analisando todas essas modificações em relação à MT-09, percebemos que a Yamaha buscou transformar uma naked em uma verdadeira moto estradeira. E ainda há uma extensa lista de acessórios opcionais. Com este novo tanque e estas mudanças aplicadas, ela engordou 20 kg. Ao menos na Espanha, a Tracer custa 1 200 euros a mais que a MT-09 naked.
Pondo em prática
Fomos até a região de Málaga, na Espanha, para acelerar a novidade. De imediato percebemos que ela está mais alta e mais volumosa. Carenagem, bolha, guidão mais largo, tanque maior, tudo nos leva a crer, assim que subimos nela, que se trata de uma moto completamente diferente da MT-09. Na verdade, a parte frontal segue a tendência do mercado e aparenta ser bastante conhecida, recordando outros modelos. O assento do garupa mais alto e as novas alças de apoio dificultaram um pouco para passar a perna por cima no momento de subir na moto, todavia para os mais baixinhos, há a opção de utilizar o cavalete central que é item original. Depois de ligá-la notamos pouco ruído interno e nada de vibrações. A Yamaha declara ter trabalhado um pouco a entrega de potência e, ao menos no modo "STD", sentimos um pouco menos de ímpeto e, deste modo, não sentimos tanta diferença quando passamos para o modo "B", que é o mais suave. No modo "A" a “pegada” permanece forte, sendo muito aconselhável deixarmos sempre o controle de tração ativado. No dia frio que enfrentamos na ocasião da avaliação, não era difícil escorregar de traseira nas saídas de curvas.

O painel da MT-09 Tracer não deriva da "irmã" naked, e sim, da "prima" Super Ténéré
Aliás, é um controle de tração que funciona muito bem, sem afetar demais a entrega de potência na roda. O tricilíndrico de 847 cm³ não deixa a desejar em nenhum momento, tem excelente resposta em baixa, muita força em médias rotações e nos permite ir com muito vigor até os 11 000 rpm. Não podemos deixar de considerar que é um motor superatualizado, que está equipado com virabrequim crossplane, acelerador tipo ride-by-wire e dutos de admissão que variam seu comprimento dependendo das informações enviadas por diversos sensores espalhados na moto. Tudo isso foi herdado das principais superesportivas da marca e por isso tem esse comportamento impetuoso, mas perfeitamente controlável independentemente da faixa de rotação. Quanto à caixa de câmbio, percebemos um pouco mais de suavidade nos engates de marchas, apesar de a Yamaha não declarar mudanças internas e ou relação de engrenagens.
Mais estável
Apesar de ter ganhado alguns quilinhos, a Tracer mostra-se melhor apoiada, especialmente com a parte dianteira. A nova calibragem da suspensão e o maior peso que a semicarenagem oferece deixaram o conjunto mais “pregado” ao solo, todavia, não é difícil perceber que a suspensão traseira com links maiores deu um grande passo adiante em relação à versão naked. Porém, não seria demais – pela moto excepcional que é – se as bengalas dianteiras contassem com mais recursos de regulagens. Em inversões rápidas de curvas, com as regulagens originais e sem bagagem extra, é notável como a Tracer é mais equilibrada que a MT-09 naked, mas ainda falta um pouco de confiança quando queremos realmente ir rápido. Resumindo, é uma Yamaha ágil, rápida de reações e que não exige esforço do piloto para colocá-la onde desejamos. A MT-09 Tracer provou que conforto e caráter esportivo podem conviver perfeitamente juntos em um mesmo modelo.
O guidão largo e alto oferece uma posição de pilotagem confortável e boa sensação de controle da moto
Bons equipamentos
A Tracer traz em seu pacote uma relação qualidade/preço/equipamentos muito difícil de ser encontrada em outro modelo. Além de um motor delicioso com três cilindros em linha e três mapas diferentes de injeção, também conta com um chassi de dupla trave de alumínio e uma balança de braços assimétricos também de alumínio. Na frente, as bengalas invertidas são vistosas e incorporam encaixes radiais para as pinças monobloco que têm a missão de morder discos de 298 mm.  As rodas são de 17 polegadas, equipadas com pneus de 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. O painel é completamente digital e do lado esquerdo conta com tomada 12 Volts. Toda a iluminação, tanto traseira quanto dianteira, é formada por LEDs. O assento é repartido, com opção de regulagem de altura para o piloto. Impossível não notar as grandes alças de apoio para o acompanhante e a disponibilidade de encaixes para as malas laterais. Não podemos deixar de citar o novo sistema de links que oferece mais progressivi­dade à supensão traseira.
A Tracer é uma moto completa e atrativa. Poucos modelos oferecem tantos recursos com um bom custo-benefício
Resumidamente 
A Yamaha conseguiu, com a Tracer, provar que é possível fabricar um modelo destinado a grandes viagens que seja leve e acessível. Ao menos na Europa, onde ela custa 9 799 euros, não há nada nesse padrão, tão completa, ágil e divertida por este preço. Pela proposta de utilização, pesar 210 kg com o tanque cheio é surpreendentemente agradável. A relação peso-potência também se enquadra no quesito surpresa agradável e é muito mais do que interessante poder atingir velocidade máxima de 220 km/h e gastar somente 22 segundos para levá-la desde 0 a 1 000 metros. Pelo menos nesse nosso primeiro contato, ela nos provou ser confortável, leve, ágil e divertida. No Brasil o preço da naked não é tão acessível como na Europa, e a Yamaha ainda não divulgou se esta versão virá. No entanto, está comprovado que se ela viesse, seria uma pedra e tanto no sapato da concorrência. Quem sabe, isso não ocorra no Salão Duas Rodas, em outubro? Vamos aguardar.
Ficha Técnica
Motor tricilíndrico, arrefecido a líquido
DOHC  I  12 válvulas  I  câmbio de 6 velocidades
Cilindrada: 847 cm³
Potência máxima declarada: 115 cv a 10 000 rpm
Torque máximo declarado: 8,9 kgf.m a 8 500 rpm
Diâmetro x curso do pistão    78 mm x 59,1 mm
Taxa de compressão: 11,5:1
Quadro: Dupla trave de alumínio
Cáster: 24°
Trail: 100 mm
Suspensão dianteira: Telescópica invertida de 41 mm, com 137 mm de curso e regulagem de pré-carga
Suspensão traseira: Monoamortecedor com 130 mm de curso e regulagens de pré-carga e extensão
Freio dianteiro: Dois discos de 298 mm, pinças de 4 pistões, ABS
Freio traseiro: Disco de 245 mm, 2 pistões, ABS
Modelo do pneu: Michelin Pilot Street
Pneu dianteiro: 120/70 - 17". 3,5"
Pneu  traseiro: 180/55 - 17". 5,5"
Medidas
Comprimento • 2 160 mm    Largura • 949 mm
Altura do assento • 845/860 mm    Entre-eixo • 1 440 mm
Tanque • 18 litros    Peso cheio • 210 kg



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Aos 44 anos, fisiculturista compete de igual para igual com atletas de 20


Por Rio de Janeiro
euatleta ironman regiane 524x567 (Foto: eu atleta)"Estou na melhor forma física da minha vida", diz a fisiculturista de 44 anos (Foto: eu atleta)

Campeã na categoria Fitness Pro, a paulista Regiane Silva esteve no Rio de Janeiro para disputar o Arnold Classic 2015, realizado no último fim de semana

Competir com meninas mais novas não é fácil. Principalmente quando se tem o dobro da idade de algumas delas. É o caso da fisiculturista Regiane Silva, de 44 anos. Paulista radicada na Alemanha, ela compete pelo país europeu na categoria Fitness Pro e esteve no Rio de Janeiro para disputar o Arnold Classic, realizado no último fim de semana.
- Não vejo problema em competir com as mais novas. Me sinto jovem como elas, só que com mais idade e experiência. Estou na melhor forma física da minha vida. Só as articulações que não são mais as mesmas – disse Regiane.
A modalidade exige muito esforço físico e dedicação. Nela, as atletas disputam quem tem a melhor simetria e as melhores rotinas de treinos. Para competir à altura, Regiane mantém uma agenda pesada de treinos e uma alimentação balanceada, com pouco carboidrato e muita proteína. 
Confira as rotinas de treinos e alimentação da atleta:
euatleta arnold regiane planejamento (Foto: eu atleta)

- É muita correria. Em época de competições, eu peso 57kg (quando não compete, ela pesa 63kg). Durante a apresentação, é importante fazer coreografia com acrobacia, fitness, saltos, danças, flic-flac e ainda fazer uma parte de biquíni, tudo isso em dois minutos - destaca.
Formada em educação física, Regiane dá aulas de musculação, ginástica e também é modelo. A boa forma da atleta é fruto de um esforço compartilhado com o marido, Matias Botof, de 43 anos, também fisiculturista.  
euatleta arnold regiane mosaico (Foto: eu atleta)


Experiente, a paulista tem no currículo um título mundial da categoria Fitness Pro conquistado em 2005 e o vice-campeonato no Miss Olympia Fitness de 2014. Ela ainda ficou em segundo lugar nas últimas duas edições do Pro Fitness Brasil. Mesmo com tantas conquistas, por pouco a loira não parou em outra categoria.
- Fazia antes aeróbica, onde fui campeã do mundo em 1995. Eu comecei a praticar fisiculturismo na Espanha em 2000, por me inspirar na americana Monica Brant, um dos maiores nomes da modalidade. Queria ser igual a ela, ter o mesmo sucesso. Colei fotos da Monica na minha geladeira de casa para não esquecer de como eu deveria ficar - lembra.

FLA E VASCO PERDEM E VIRAM MOTIVO DE PIADAS NA NET

O Vasco perdeu para a Ponte Preta por 3 a 0 na noite desta quarta-feira, em São Januário. Gilberto ainda desperdiçou um pênalti no primeiro tempo, defendido por Marcelo Lomba - o atacante foi expulso no segundo tempo, e Jordi foi expulso no primeiro.
Nas redes sociais, os internautas rivais não perdoaram a derrota e fizeram piada com o resultado. No Brasileirão, o Cruz-Maltino ainda não venceu. Está na zona de rebaixamento, com três empates e duas derrotas.
Duas horas depois foi a vez de a torcida rubro-negra sentir o mesmo na pele. Não sofreu golpe tão duro, o Cruzeiro venceu por 1 a 0, mas perdeu e manteve-se sem vitórias no Campeonato Brasileiro 2015. As zoações, evidentemente, foram muitas.
Vasco zoação zoeira
 Zoação Flamengo
Vasco zoação zoeira
 Zoação Flamengo
Vasco zoação zoeira
 Zoação Vasco
Zoação Flamengo
Vasco zoação zoeira

Vasco zoação zoeira

Vasco zoação zoeira

Vasco zoação zoeira