Total de visualizações de página

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

COPA DO NORDESTE COMEÇA SÁBADO COM DUELO DE FORTALEZA E RIVER

Em novos clubes e com vasto conhecimento sobre os adversários, treinadores defendem Fortaleza e River, no Castelão. Partida será de estreia no Nordestão

Por Teresina e Fortaleza

Flávio Araújo e Zé Teodoro têm 52 anos. Experientes, conhecem bem as equipes que enfrentarão neste sábado (13), na estreia pela Copa do Nordeste. Hoje no Fortaleza, Flávio conquistou o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro com o River em 2015. Hoje no River, Zé Teodoro foi campeão cearense comandando o Fortaleza em 2010. Por isso, neste sábado, na Arena Castelão, às 16 horas (17 horas de Brasília), os dois técnicos prometem um duelo pautado pela estratégia e pela persistência em explorar o erro adversário.
Zé Teodoro, Flávio Araújo, River, Fortaleza, Nordestão (Foto: Arte Esporte)Zé x Flávio: o embate por River e Fortaleza, respectivamente (Foto: Arte Esporte)

- Claro que eu conheço e sei da força e da maneira que o Flávio vem formando a equipe. Vamos neutralizar os pontos fortes para tentarmos buscar uma vitória lá no Castelão - declarou o treinador do River, natural de Anápolis-GO, depois do triunfo diante do Cori-Sabbá no meio da semana.
Zé Teodoro acumula três resultados diferentes com o River-PI no Campeonato Piauiense: vitória (Caiçara), empate (Parnahyba) e derrota (Picos). Nestas oportunidades em que esteve à frente do time, o técnico usou três formações distintas. Quando esteve no time do Piauí, Flávio Araújo teve com maior troféu o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro. Além disso, sustentou uma boa sequência de jogos de invencibilidade, quando chegou em 2015. Foram 16 jogos de invencibilidade na campanha que rendeu o bicampeonato estadual com o Galo Carijó. O hoje treinador do Fortaleza, no entanto, prefere esquecer um pouco esse passado para se dedicar ao clube do Pici.
 Faz parte do trabalho enfrentar uma ex-equipe.
Flávio, do Leão
- Faz parte do trabalho enfrentar uma ex-equipe. Mas o compromisso profissional hoje é somente com o Fortaleza. O Zé Teodoro é um treinador bom e experiente. O River é um adversário que manteve 90% do grupo, então um adversário muito entrosado. Vamos ter que superar o nosso adversário com qualidade de jogo, com construção de jogadas ofensivas e empenho - declarou Flávio Araújo, após o Leão vencer o Icasa por 2 a 0 e se classificar antecipadamente à próxima fase do Cearense.
No Pici, Flávio Araújo chegou conquistando a Taça dos Campeões cearenses, superando o Guarany de Sobral. No estadual, o Leão tem 16 pontos e lidera o Grupo A1. São seis partidas, com cinco triunfos, um empate e nenhuma derrota sequer. Com números favoráveis, o Fortaleza sabe da importância da vitória em casa neste sábado, em um grupo que tem Sport, River e o Botafogo-PI. Do outro lado, Zé Teodoro também é combativo.
- Vamos concentrar e focar a cabeça no Fortaleza. Vamos analisar, montar estratégia e queremos a vitória - declara Zé, que também foi campeão estadual pelo Ceará, no ano de 2006.

O confronto entre Galo e Leão será carregado de revanche por conta dos confrontos recentes entre os clubes. River-PI e Fortaleza se enfrentaram quatro vezes ano passado com quatro vitórias para os cearenses: dois duelos pelo Nordestão (2 a 2, em Teresina, e 2 a 0, em Fortaleza) e outros dois pela Copa do Brasil (1 a 0, em Teresina, e 2 a 1, no Ceará). O GloboEsporte.com acompanha todos os detalhes em Tempo Real a partir de 15h30 (da Capital cearense), neste sábado.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

JEM'S 2016 - Sedel disponibiliza regulamento, diretrizes e termo de adesão aos Jogos Escolares Maranhenses


jems A Secretaria de Estado do Esporte e Lazer do Maranhão (Sedel) disponibiliza o regulamento geral, as diretrizes gerais, o termo de adesão do município e o termo de adesão das escolas aos Jogos Escolares Maranhenses – JEMs 2016, que serão lançados no mês de março, em São Luís. Os regulamentos e termos dos JEMs 2016 podem ser acessados pelo site da Sedel, no endereço eletrônico http://www.sedel.ma.gov.br/.
De acordo com o regulamento geral dos JEMs 2016, poderão participar da competição todos os alunos matriculados em estabelecimentos de ensino do território maranhense, com idade de 12 a 14 anos, para competir na categoria Infantil, e de 15 a 17 anos, para provas na categoria infanto, que cumpriram as etapas de inscrição estabelecidas pela Sedel, respeitando as faixas etárias definidas no regulamento.
Os municípios e instituições de ensino interessados em participar da competição deverão entregar o termo de adesão aos jogos até o dia 13 de marco de 2016, na Sedel (Travessa Guaxenduba, n° 100, Bairro Outeiro da Cruz – Complexo Esportivo, São Luís/MA). As fichas de inscrição também encontram-se disponíveis no site da secretaria.
O JEMs 2016 tem ao todo 14 modalidades individuais: Atletismo, Badminton, Dama, Capoeira, Ciclismo, Ginástica Rítmica, Jiu-Jitsu, Judô, Natação, Tae-kwon-do, Tênis de Mesa, Karatê, Vôlei de Praia e Xadrez; e 06 modalidades coletivas: Basquetebol, Beach Soccer, Futebol, Futsal, Handebol e Voleibol. Outras informações sobre o JEMs 2016 podem ser obtidas pelo telefone 2109-5939 ou pelo site da Sedel.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Sem grande mudança de preço, Flu estreará nova camisa contra o Fla

Clássico marcado para o dia 21 de fevereiro, pelo Carioca, disputado em Brasília, será precedido de evento de lançamento do uniforme produzido pela Dryworld


Há uma data prevista para a estreia do novo uniforme do Fluminense: 21 de fevereiro. O dia marca o clássico contra o Flamengo, em Brasília, pelo Campeonato Carioca. Até lá, a Dryworld, nova fornecedora de material esportivo, realizará um evento para o lançamento da coleção. A versão 2016 da roupa não terá grande mudança de preço na comparação com a época da Adidas, antiga parceira do clube.  
Em 2015, a camisa tricolor começou a ser comercializada por R$ 199,90. A verde, terceiro uniforme, novidade de então, saia por R$ 219,00. Não aumentar o preço significativamente foi uma bandeira da troca de fornecedor. O entendimento é que se vende é a Marca Fluminense e, não, a de quem produz o material.  
Ainda não há uma data e nem local divulgados do evento de lançamento. A ideia é de que seja na semana do clássico. Enquanto não tem a nova roupa, o Flu treina e atua com os uniformes da Adidas. Foi assim na pré-temporada nos Estados Unidos, tem sido assim nos trabalhos nas Laranjeiras e nos jogos da Primeira Liga e do Carioca. O calendário prevê mais dois compromissos: Madureira (10/02) e Tigres (14/02).  
A Dryworld pagará R$ 13,5 milhões de verba fixa por ano ao Flu em um contrato de cinco temporadas - no total, com peças e royalties, o acordo ultrapassa a casa dos R$ 20 milhões anuais. O acordo com a Adidas, iniciado em 1996, rendia R$ 4,5 milhões em dinheiro a cada 12 meses. Em compensação, a empresa alemã despendia de mais valores do que o oferecido pela canadense em royalties por vendas e premiações por desempenho esportivo.

Algumas horas antes de 2015 terminar, o Fluminense surpreendeu o mundo do futebol ao anunciar que havia trocado a Adidas pela marca canadense Dry World, desconhecida até então para a grande maioria dos amantes do futebol. A pequena empresa criada em 2010 deve revelar os uniformes do Fluminense para 2016 nas próximas semanas. LOJA GUIA DO BOLEIRO: gb lança loja com camisetas exclusivas e temáticas Enquanto a torcida das Laranjeiras espera ansiosa pelas novas camisas feitas pela Dry World, o designer Lucas Amarante traz algumas ideias de como poderiam ser esses uniformes. O ilustrador enviou seu trabalho ao Guia do Boleiro e falou um pouco sobre sua profissão e sua vida pessoal (veja íntegra abaixo). Foram criados quatro tipos de uniformes do Fluminense com assinatura da Dry World: titular, reserva, terceiro e um retrô. Todas as camisas carregam corte e detalhes elegantes e clássicos e respeitam as cores tradicionais do time carioca. Até o uniforme retrô se enquadra no histórico do Flu ao misturar detalhes laranjas (cor bastante utilizada nos últimos kits) com uma cor neutra como o cinza. > Goiás assina com Dry World, e Kappa se revolta com “traição” Além disso, os uniformes trazem uma leitura bem clean, limpa; e isso seria um deleite para os torcedores tricolores: roupas sem a presença (colorida ou não) de patrocinadores. Outros detalhes bem bacanas dos quatro kits feitos por Lucas Amarante são os números dispostos na lateral das mangas e o F.F.C. bem discreto na parte de baixo do meião. Em resumo, os uniformes são elegantes, limpos e alinhados com a história do Flu. Os torcedores tricolores iriam gostar muito se a Dry World seguisse algumas características destas ideias. “O design no futebol brasileiro é algo muito novo, aqui os torcedores prezam pela tradição e manutenção, há algumas dificuldades sejam elas pelas diretorias ou pelos torcedores. Mas acho interessante o PSG atualizar sua marca para ela ser melhor vista por todos... e acho que devemos aprender mais sobre Rebranding com a NFL e NBA, os times estão sempre se renovando na estética dos emblemas e uniformes, há uma liberdade criativa maior”, avaliou o designer Lucas Amarante. E você, leitor, o que achou do trabalho? Tem o seu para nos mostrar? Envie em nosso contato pelas nossas redes sociais ou escreva para contato@guiadoboleiro.com.br Entrevista: - Meu nome é Lucas Amarante, sou fluminense do Estado do Rio de Janeiro e Fluminense como sócio-torcedor. Acabei de me formar em Design pela ESPM Rio, trabalho atualmente como freelancer, principalmente na parte de Branding. - Meu sonho profissional é trabalhar na Alemanha, seja pela influência da primeira escola de design, a Bauhaus, que tive o prazer de visitar (hoje é um prédio que pertence ao Patrimônio Histórico da UNESCO) e a inspiração pelo povo alemão em saber se reinventar. Mesmo perdendo 2 guerras mundiais e ter sido um país dividido por 2 ideologias completamente diferentes, atualmente lidera a União Europeia, admite os erros do passado e apoia causas como as dos refugiados, pensamento oposto ao nazismo. Meu sonho pessoal é conhecer o mundo inteiro, interagir com diferentes povos e culturas, aprender mais sobre histórias que não foram contatas na época da escola. Eu curto muito a UEFA Champions League e pretendo em breve assistir à final na arquibancada, presencialmente. - Com a saída da Adidas como fornecedora do Fluminense e com a entrada da DryWorld, precisava propor uniformes já que sou tricolor e designer. Se o projeto chegar até os responsáveis da produção dos uniformes seria muito interessante. A camisa Home é a tricolor clássica, mas com listras verticais mais largas, diferentes dos modelos dos anos anteriores que possuíam listras mais finais. A Away, branca padrão mas inovadora. Geralmente os detalhes verde e grená são nas mangas, nas costelas ou listras mais grossas atravessando na diagonal ou vertical ao centro, quis um pouco mais de sutileza, por isso as listras finais na vertical e usando o escudo como centro de apoio. A Third possui o predomínio do grená, uma cor que poucos clubes utilizam no futebol, talvez o mais próximo ao do Rio seja o Juventus-SP. As terceiras camisas das cores grená tinham poucos ou quase nenhum verde aparente e foram todas marcantes para o torcedor. Há um listra branca fina na mesma posição da listra branca entre o verde e o grená na camisa Away, digamos que essas cores se expandiram para os lados. A numeração é baseada em alguns ídolos que eu vi jogar: o nº 7 é do Renato Gaúcho ao fazer o gol de barriga; o nº 3 é do Thiago Silva, um dos principais jogadores daquele time de guerreiros começou em 2007 com a conquista da Copa do Brasil; e o nº 9 é do Fred, principal referência do time atualmente, conquistou os Brasileirões de 2010 e 2012 e desde de 2009 dá o sangue e o amor ao clube, não se importando com problemas extra campos nesse meio tempo. - Acho impressionante os trabalhos manuais do David Smith, responsável pela capa do LP do John Mayer 'Born & Raise'; curto muito a galera do Criatipos, acho os infográficos do Pop Chart Lab incríveis e acho inspirador a paixão do pessoal da Unique & Limited ao resgatar a história usando o design como ferramenta. A principal influenciadora desse projeto foi a Nerea Palacios (vi que você já falou sobre ela), mas meus principais ídolos do design são Leo Visconti (hoje falecido, mas que foi meu professor na ESPM e também responsável pelo logotipo do Hemorio), Alexandre Stolarski (também falecido, mas ícone do design brasileiro) e a dupla Stefan Sagmeister & Jessica Walsh (pessoas que pensam fora da caixa ou sequer sabem que existe uma caixa). - O design no futebol brasileiro é algo muito novo, aqui os torcedores prezam pela tradição e manutenção, há algumas dificuldades sejam elas pelas diretorias ou pelos torcedores. Mas acho interessante o PSG atualizar sua marca para ela ser melhor vista por todos; acho que o City Group é corajoso ao ponto de criar franquias, como Manchester City, New York City e Melbourne City, padronizando os escudos; e acho devemos aprender mais sobre Rebranding com a NFL e NBA, os times estão sempre se renovando na estética dos emblemas e uniformes, há uma liberdade criativa maior. - Sou um cara tranquilo que gosta do que faz e se aprofunda o máximo que pode no projeto em que está trabalhando.

Leia mais em Guia do Boleiro - http://www.guiadoboleiro.com.br/noticia/2016/01/05/camisas-fluminense-dry-world-ideias-design-2016-4660.html

 

Algumas horas antes de 2015 terminar, o Fluminense surpreendeu o mundo do futebol ao anunciar que havia trocado a Adidas pela marca canadense Dry World, desconhecida até então para a grande maioria dos amantes do futebol. A pequena empresa criada em 2010 deve revelar os uniformes do Fluminense para 2016 nas próximas semanas. LOJA GUIA DO BOLEIRO: gb lança loja com camisetas exclusivas e temáticas Enquanto a torcida das Laranjeiras espera ansiosa pelas novas camisas feitas pela Dry World, o designer Lucas Amarante traz algumas ideias de como poderiam ser esses uniformes. O ilustrador enviou seu trabalho ao Guia do Boleiro e falou um pouco sobre sua profissão e sua vida pessoal (veja íntegra abaixo). Foram criados quatro tipos de uniformes do Fluminense com assinatura da Dry World: titular, reserva, terceiro e um retrô. Todas as camisas carregam corte e detalhes elegantes e clássicos e respeitam as cores tradicionais do time carioca. Até o uniforme retrô se enquadra no histórico do Flu ao misturar detalhes laranjas (cor bastante utilizada nos últimos kits) com uma cor neutra como o cinza. > Goiás assina com Dry World, e Kappa se revolta com “traição” Além disso, os uniformes trazem uma leitura bem clean, limpa; e isso seria um deleite para os torcedores tricolores: roupas sem a presença (colorida ou não) de patrocinadores. Outros detalhes bem bacanas dos quatro kits feitos por Lucas Amarante são os números dispostos na lateral das mangas e o F.F.C. bem discreto na parte de baixo do meião. Em resumo, os uniformes são elegantes, limpos e alinhados com a história do Flu. Os torcedores tricolores iriam gostar muito se a Dry World seguisse algumas características destas ideias. “O design no futebol brasileiro é algo muito novo, aqui os torcedores prezam pela tradição e manutenção, há algumas dificuldades sejam elas pelas diretorias ou pelos torcedores. Mas acho interessante o PSG atualizar sua marca para ela ser melhor vista por todos... e acho que devemos aprender mais sobre Rebranding com a NFL e NBA, os times estão sempre se renovando na estética dos emblemas e uniformes, há uma liberdade criativa maior”, avaliou o designer Lucas Amarante. E você, leitor, o que achou do trabalho? Tem o seu para nos mostrar? Envie em nosso contato pelas nossas redes sociais ou escreva para contato@guiadoboleiro.com.br Entrevista: - Meu nome é Lucas Amarante, sou fluminense do Estado do Rio de Janeiro e Fluminense como sócio-torcedor. Acabei de me formar em Design pela ESPM Rio, trabalho atualmente como freelancer, principalmente na parte de Branding. - Meu sonho profissional é trabalhar na Alemanha, seja pela influência da primeira escola de design, a Bauhaus, que tive o prazer de visitar (hoje é um prédio que pertence ao Patrimônio Histórico da UNESCO) e a inspiração pelo povo alemão em saber se reinventar. Mesmo perdendo 2 guerras mundiais e ter sido um país dividido por 2 ideologias completamente diferentes, atualmente lidera a União Europeia, admite os erros do passado e apoia causas como as dos refugiados, pensamento oposto ao nazismo. Meu sonho pessoal é conhecer o mundo inteiro, interagir com diferentes povos e culturas, aprender mais sobre histórias que não foram contatas na época da escola. Eu curto muito a UEFA Champions League e pretendo em breve assistir à final na arquibancada, presencialmente. - Com a saída da Adidas como fornecedora do Fluminense e com a entrada da DryWorld, precisava propor uniformes já que sou tricolor e designer. Se o projeto chegar até os responsáveis da produção dos uniformes seria muito interessante. A camisa Home é a tricolor clássica, mas com listras verticais mais largas, diferentes dos modelos dos anos anteriores que possuíam listras mais finais. A Away, branca padrão mas inovadora. Geralmente os detalhes verde e grená são nas mangas, nas costelas ou listras mais grossas atravessando na diagonal ou vertical ao centro, quis um pouco mais de sutileza, por isso as listras finais na vertical e usando o escudo como centro de apoio. A Third possui o predomínio do grená, uma cor que poucos clubes utilizam no futebol, talvez o mais próximo ao do Rio seja o Juventus-SP. As terceiras camisas das cores grená tinham poucos ou quase nenhum verde aparente e foram todas marcantes para o torcedor. Há um listra branca fina na mesma posição da listra branca entre o verde e o grená na camisa Away, digamos que essas cores se expandiram para os lados. A numeração é baseada em alguns ídolos que eu vi jogar: o nº 7 é do Renato Gaúcho ao fazer o gol de barriga; o nº 3 é do Thiago Silva, um dos principais jogadores daquele time de guerreiros começou em 2007 com a conquista da Copa do Brasil; e o nº 9 é do Fred, principal referência do time atualmente, conquistou os Brasileirões de 2010 e 2012 e desde de 2009 dá o sangue e o amor ao clube, não se importando com problemas extra campos nesse meio tempo. - Acho impressionante os trabalhos manuais do David Smith, responsável pela capa do LP do John Mayer 'Born & Raise'; curto muito a galera do Criatipos, acho os infográficos do Pop Chart Lab incríveis e acho inspirador a paixão do pessoal da Unique & Limited ao resgatar a história usando o design como ferramenta. A principal influenciadora desse projeto foi a Nerea Palacios (vi que você já falou sobre ela), mas meus principais ídolos do design são Leo Visconti (hoje falecido, mas que foi meu professor na ESPM e também responsável pelo logotipo do Hemorio), Alexandre Stolarski (também falecido, mas ícone do design brasileiro) e a dupla Stefan Sagmeister & Jessica Walsh (pessoas que pensam fora da caixa ou sequer sabem que existe uma caixa). - O design no futebol brasileiro é algo muito novo, aqui os torcedores prezam pela tradição e manutenção, há algumas dificuldades sejam elas pelas diretorias ou pelos torcedores. Mas acho interessante o PSG atualizar sua marca para ela ser melhor vista por todos; acho que o City Group é corajoso ao ponto de criar franquias, como Manchester City, New York City e Melbourne City, padronizando os escudos; e acho devemos aprender mais sobre Rebranding com a NFL e NBA, os times estão sempre se renovando na estética dos emblemas e uniformes, há uma liberdade criativa maior. - Sou um cara tranquilo que gosta do que faz e se aprofunda o máximo que pode no projeto em que está trabalhando.

Leia mais em Guia do Boleiro - http://www.guiadoboleiro.com.br/noticia/2016/01/05/camisas-fluminense-dry-world-ideias-design-2016-4660.html

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Jogos de Sampaio e Imperatriz na Copa do Nordeste sofrem alterações de horario

sampaioximpe A diretoria de Competições da Confederação Brasileira de Futebol anunciou nesta quarta-feira (3), mudanças de horário nos jogos do Sampaio e Imperatriz válidos pela primeira rodada da Copa do Nordeste, que começa no sábado (13).
A partida entre Imperatriz-MA e Salgueiro-PE no dia 13/02 (sábado), no Estádio Frei Epifânio, em Imperatriz (MA), saiu das 19h15 para às 19h30. Outra mudança, foi no confronto entre Flamengo-PI x Sampaio Corrêa no dia 14/02 (domingo), que passa das 19h15 para às 19h30.
A alteração no horário dos jogos, ocorreu para ajuste na grade de programação da emissora Esporte Interativo, que transmitirá os jogos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Sampaio Basquete supera Presidente Venceslau no Castelinho



Em seu reencontro com a torcida tricolor, o Sampaio Corrêa Basquete não teve dificuldades para derrotar a equipe do Presidente Venceslau por 71 a 55. 
sampaiob2
Com uma atuação tranquila e sem sofrer sustos, o time maranhense dominou toda a partida desta terça-feira (2), no Ginásio Castelinho, em São Luís, e conseguiu confirmar a sua sétima vitória na Liga de Basquete Feminino (LBF) – temporada 2015/16. O resultado colocou o time maranhense na liderança do campeonato com 16 pontos, um a mais do que o Corinthians/Americana e o América de Recife. Nesta quarta-feira (3), Sampaio Corrêa Basquete e Presidente Venceslau voltam a se enfrentar na capital maranhense a partir das 20h (horário local). No duelo desta terça-feira, o Sampaio Corrêa Basquete fez seu dever de casa. Tomando iniciativa das jogadas desde o início, o time da casa conseguiu abrir seis pontos de vantagem ao término do primeiro quarto: 21 a 15.
No segundo período, o jogo foi um pouco mais equilibrado. No entanto, o time maranhense soube controlar o duelo e ir para o intervalo com o placar bem favorável: 33 a 25.
Os últimos dois quartos foram praticamente iguais aos períodos anteriores. Com tranquilidade, o Sampaio Corrêa Basquete seguiu dominando a partida e abrindo vantagem no marcador. No fim, vitória por 71 a 55 às donas da casa.
Pelo lado tricolor, o grande destaque ficou por conta da armadora norte-americana Wheeller, que anotou 22 pontos e deu 4 assistências. Pelo lado paulista, Karen foi a principal pontuadora com 14 pontos.
O Sampaio Corrêa Basquete tem o apoio do governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel), e patrocínio da Companhia Energética do Maranhão (Cemar) e SuperBolla.
JOGOS DO SAMPAIO CORRÊA BASQUETE*
21/11 (10h) – América 77 x 67 Sampaio Corrêa
22/11 (10h) – América 56 x 88 Sampaio Corrêa
29/11 (10h) – Sampaio Corrêa 72 x 52 Maranhão Basquete
30/11 (20h) – Sampaio Corrêa 71 x 56 Maranhão Basquete
13/12 (10h) – Sampaio Corrêa 87 x 88 Corinthians
14/12 (20h) – Sampaio Corrêa 90 x 57 Corinthians
21/12 (19h) – Santo André 63 x 70 Sampaio Corrêa
22/12 (18h) – Santo André 63 x 82 Sampaio Corrêa
02/02 (20h) – Sampaio Corrêa 71 x 55 Presidente Venceslau
03/02 (20h) – Sampaio Corrêa x Presidente Venceslau
17/02 (19h) – Presidente Venceslau x Sampaio Corrêa
18/02 (19h) – Presidente Venceslau x Sampaio Corrêa
27/02 (18h) – Sampaio Corrêa x América
29/02 (20h) – Sampaio Corrêa x América
08/03 (20h) – Corinthians x Sampaio Corrêa
09/03 (20h) – Corinthians x Sampaio Corrêa
15/03 (20h) – Sampaio Corrêa x Santo André
16/03 (20h) – Sampaio Corrêa x Santo André
30/03 (20h) – Maranhão Basquete x Sampaio Corrêa
1º/03 (20h) – Maranhão Basquete x Sampaio Corrêa

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Atletas superam desafios na primeira Expedição Lençóis Maranhenses

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses já é famoso por ser um dos principais destinos turísticos do Maranhão. 
desafio 
Muitos turistas vêm a Rota das Emoções em busca de belas paisagens e lagoas de águas cristalinas, mas, uma equipe de atletas do Maranhão e convidados foram em busca de desafio. No último sábado (30), a Bee Sports promoveu a primeira Expedição Bee/Expedição Lençóis Maranhenses nas dunas de Barreirinhas numa prova que exigiu muita resistência e força dos participantes sob um sol daqueles num percurso de quase 60km.
“Foi o abre alas do calendário da Bee Sports em 2016. A gente tem projetos bem bacanas para este ano. Nos próximos meses Barreirinhas vai receber outro evento grande nosso de porte nacional. É primeira ultramaratona da Bee Sports em 2016. Sou um cara que sou movido adesafios e este foi mais um que eu venci na minha vida. Quando o homem tem foco ele consegue vencer”, disse Anderson Nogueira, coordenador na Bee Sports.
A largada da ultramaratona foi às 5h da manhã, na praça da matriz no município de Paulino Neves. A equipe de nove atletas e a equipe de apoio seguiram até a cidade de Barreirinhas numa trilha de extensas e altas dunas, matas abertas, estrada de terra e travessia de riachos.
No comando da maratona estava o ultramaratonista de montanhas, Anderson Nogueira que montou a equipe Bee para esta expedição. Amante de corridas e movido a desafios, Anderson sentiu-se bastante satisfeito com a maratona realizada nos Lençóis. “É uma satisfação gigantesca fazer isso com amigos. Então me dediquei a promover esse evento e a trazer meus amigos para os Lençóis Maranhenses para uma experiência inusitada. Essa expedição é o abre alas do calendário da Bee Sports em 2016. A gente tem projetos bem bacanas para este ano. Nos próximos meses Barreirinhas vai receber outro evento grande nosso de porte nacional”, ressaltou.
O ultramatonista foi acompanhado de grandes esportistas como: Jerciane Costa (BeeSports), Fernando Aragão (BeeSports), Silvério Junior (BeeSports), Dilson Pará (TeamP3), João Paulo Carpanezi (TeamP3) Paulo Filho (TeamPFTrainer) e José de Jesus.
A intenção da Bee Sports em realizar este evento foi de mapear e preparar o local para uma expedição com um circuito de grandes proporções a nível nacional ainda este ano e, também, promover as 2 cidades, mostrando que ambas são cenários perfeitos e atrativos turísticos com enorme potencial no nosso Estado.
Exemplo de superação
Com um quadro clínico que indicava início de depressão, a esteticista piauiense Maria do Carmo decidiu viver para enfrentar desafios. Com 52anos, mas com fôlego e disposição de deixar qualquer adolescente com inveja, Do Carmo disputa competições de diversos níveis e não se permitiria deixar de participar da Expedição Bee/ Lençóis Maranhenses. “Entrei nesse ramo para não me entregar a depressão. A corrida funciona como um antidepressivo. Me estimula a buscar uma melhoria na qualidade de vida e me traz muita alegria. Aos 50 anos de idade corro com pessoas bem mais jovens que eu e me sinto o máximo. Eu vibro a cada corrida que consigo completar, subindo no pódio ou não”, revelou.
Há 15 anos correndo como maratonista de asfalto e de trilhas, Do Carmo esteve todo o percurso à frente dos demais competidores e, em nenhum momento, parecia se incomodar com o solo agressivo e com a temperatura de quase 40º. “Mais um desafio concluído com muita garra e superação no limite do ser humano. Nós nos saímos vitoriosos e isso é o que importa”.
Cãibras dificultam desempenho de atletas
A primeira Expedição Bee/Lençóis Maranhense contou com a participação de atletas de outros Estados e até de outras modalidades esportivas. O empresário paulista e atleta de Triatlon, João Paulo Moreira, conhecido como Jota, encontrou em Barreirinhas um cenário diferenciado, diferente do que está acostumado a ver e diz ter tido um choque de realidade.
“Tive a oportunidade de parar em uma residência para pedir água. A senhora que me atendeu perguntou se eu estava competindo. Disse que sim. Reparei que a casa era humilde e não tinha energia elétrica, muito menos uma televisão. Percebi que ela está isolada e alheia de tudo. Isso é uma preparação para a escolinha da vida. Tive muitos aprendizados no meio do caminho. Respeito, determinação, trabalho em equipe e superação, principalmente”, contou.
No trajeto pelas Dunas, Jota sofreu com as cãibras que quase o tiraram da competição. “A Expedição Bee foi um desafio diferenciado e radical. Que exige da gente o máximo e a estar sempre no limite. Aqui a gente está em contato diretamente com a natureza. É uma prova difícil pra caramba. A gente teve algumas paradas inesperadas e em uma delas eu tive uma cãibra muito forte. Mas deu para eu me recompor e terminar opercurso. Esse desafio exige muito do atleta. Por mais que você pense que está bem condicionado, mas diante de uma competição dessa você percebe que não está”, finalizou.

Fonte: Maranhão esportes.